O dia começou cedo, o sol ainda se encontrava adormecido, a manhã fresca e com os participantes ansiosos por mais um convívio. Conforme previsto, aos poucos lá se foram reunindo os W123 para dar início a mais um encontro, desta vez a norte. O percurso até Arouca é carregado de curvas, mas a paisagem ainda verdejante e a vontade de chegar levam-nos facilmente a ultrapassar esse obstáculo.
A poucos minutos da hora marcada começamos a preencher o espaço reservado pela câmara para a nossa concentração/exposição, mesmo em frente ao Museu Municipal.
Este encontro contou com a participação de 23 mercedes W123, 64 adultos e duas crianças. À medida que chegavam eram encaminhados para uma visita ao Museu Municipal, no qual puderam observar e aprender um pouco mais sobre a etnografia e geologia desta região, assim como visitar uma exposição de pintura e escultura.
Após o cumprimento do primeiro ponto do programa, formamos dois grupos, de aproximadamente 30 pessoas, e rumamos ao Mosteiro para uma visita guiada, onde pudemos conhecer os costumes, e como tudo ali se processava, como era feita a admissão das noviças, normalmente vindas de famílias poderosas, e os lugares que ocupavam nas instalações.
Arouca, um vale encantado, tem a herança de um grande passado, muitos segredos para desvendar, com rainhas e outras mais. Perdidos no tempo viajamos por séculos de história, representados por imensos objetos espalhados pelas diversas salas deste grandioso Mosteiro, carregados de energias de um passado que espelhava o poder que aí reinava. Este é o maior Monumento construído em granito no nosso país e acolhe um dos maiores patrimónios de arte sacra a nível nacional. Com efeito, ao ver o tamanho da cozinha não me restaram dúvidas.
Houve ainda tempo para, livremente, visitar a Igreja que está inserida no Mosteiro e a capela de S. Pedro.
O tempo correu demasiado depressa e sem que dessemos por isso a hora do almoço já espreitava, tiramos uma foto de grupo no mosteiro e outra junto aos carros e partimos para o almoço. A “Casa no Campo” é um restaurante com muito encanto, foi eleito pela sua localização, pela comida e simpatia de quem nos serviu e situa-se na encosta da serra com um acesso estreito e sem saída, em que a maior parte do percurso não permitia o cruzamento de viaturas.
O espaço para o estacionamento era muito pequeno, mas com a organização do Vítor Vaz acabamos por nos aconchegar. Depois do almoço e para terminar o encontro conforme o programa, antes de regressarem a casa, os mercedes w123 tiveram que subir à Senhora da Mó para que pudesse-mos observar a magnífica vista sobre a região.
Queria deixar os meus agradecimentos à organização e a todos os participantes.
Agradecimentos:
- Museu Municipal
- Museu de Arte Sacra
- Restaurante Casa no Campo
- Camara Municipal de Arouca